Câncer de boca é um tumor maligno que acomete: Lábios, gengiva, bochechas, céu da boca (palato) e, principalmente, borda da língua e assoalho da boca (região embaixo da língua).

O Câncer de Boca em Números

17.190

novos casos por ano
+

7.172

mortes anuais

78

%
dos óbitos ocorrem em homens
ALERTA
  • Feridas nos lábios e na boca que não cicatrizam em 15 dias;
  • Manchas ou placas vermelhas, esbranquiçadas ou negras na boca;
  • Sangramentos, sem causa conhecida, em qualquer região da boca;
  • Nódulos (caroços), no pescoço, e rouquidão persistente;
  • Em fases mais avançadas da doença, a pessoa pode apresentar dificuldade para falar, mastigar ou engolir.

Tabagismo

Principal fator de risco. A fumaça contém mais de 7.000 compostos químicos, sendo 69 cancerígenos.

Exposição Solar

Exposição solar sem proteção é fator de risco para o câncer de lábio.

HPV

O vírus HPV, quando transmitido por sexo oral, está associado a casos de câncer na cavidade oral.

Importante:

Assim como outros tipos de cânceres, o que afeta a cavidade oral tem muito mais chances de cura se houver o diagnóstico precoce. Por isso, consultas de rotina, além de uma boa higiene bucal, são essenciais como prevenção da doença. É também fundamental a atenção ao surgimento de qualquer sinal de alerta, como os citados em “Como identificar possíveis sintomas”.

O exame clínico visual pode ser utilizado para detectar o câncer de cavidade oral, mas a confirmação da doença depende da biópsia. Esse procedimento pode ser realizado com anestesia local com a ajuda de exames de imagem, como a tomografia, que também identifica a extensão do tumor. Apenas com o exame clínico associado à biópsia será possível definir o tratamento adequado.

Sim, e tanto para lesões menores como para tumores mais complexos, na maioria das vezes o tratamento é cirúrgico, feito pelo profissional de Cabeça e Pescoço. A operação consiste na retirada da área afetada pelo tumor associada à remoção dos linfonodos do pescoço. Nos casos mais simples, pode ser que a retirada da lesão já seja o suficiente. Em casos mais complexos ou quando a cirurgia já não é uma opção, radioterapia ou quimioterapia também podem ser utilizadas.

Nas consultas de rotina, o cirurgião-dentista é o profissional responsável por avaliar lábios e a parte interna da boca, verificando se feridas que demoram para cicatrizar ou manchas anômalas podem ser sinais de lesões cancerosas. Aparelhos simples também podem ajudar nesse processo, já que o tecido canceroso, quando em contato com uma luz ultravioleta, reage de forma diferente, algo perceptível pelo cirurgião-dentista.

Além disso, uma vez diagnosticado, os tratamentos de quimioterapia podem ter como sequela a mucosite, o que pode ser prevenido e tratado pelo cirurgião-dentista.

A prevenção é sempre a melhor escolha

Dica Nº.

01. Fumo

Tabagismo derivados do tabaco como exemplo o cigarro de papel, cachimbo, bem como o cigarro eletrônico e narguile.

Dica Nº.

02. Álcool

Reduzir ou evitar o consumo de bebidas alcoólicas é uma das principais formas de diminuir o risco da doença.

Dica Nº.

03. HPV

Usar preservativo em todas as relações sexuais, além de ser saudável, também previne casos de câncer de boca.

Dica Nº.

04. Higiene

Manter boa higiene bucal, escove os dentes sempre após as refeições e quando acordar.

Dica Nº.

05. Protetor Solar

Usar protetor solar nos lábios evita feridas que podem se transformar facilmente em câncer de boca.

Dica Nº.

06. Consultas

Visitar o dentista regularmente pode prevenir e diagnosticar a doença ainda no princípio. Já foi ao dentista este ano?

Adote hábitos saudáveis e reduza significativamente o risco de câncer de boca